quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Último dia.

É... Acabou.

Esta foi uma boa experiência para mim e acho que poderia até tentar fazer de novo, mas só se eu fosse um pouco mais organizada. Eu gostei do livro, e como a maioria, só começou a fazer mais sentido no fim. Lógico que tiveram muitos momentos onde fiquei confusa com a história, mas de qualquer modo, eu gostei e achei MUITO interessante.
Quando comecei, eu só tinha uma noção bem básica do que me aguardava, porque só tinha ouvido falar dos livros pela minha mãe e minha tia - principalmente a segunda -, então eu não fazia ideia do que esperar. Mas me surpreendi quando a leitura ficou mais simples e fácil, e que agora no fim me levou a gostar do livro.

Se ficou confuso, o que eu quis dizer é que eu não gostava quando comecei a ler, mas depois quando terminei, de certa forma, eu aprendi a gostar do livro. Mas eu não leria de novo.
Por que? Porque livros de mistério se lê uma vez ou se lê mais de uma vez depois de algum tempo de ter lido da primeira vez, porque agora que você sabe quem foi, uma parte da graça já não está mais lá.

Mas quando me perguntarem dos livros que eu mais gosto, com certeza vou mencioná-lo, juntamente aos do Sherlock Holmes que eu já li.

Acho que é só. Nos vemos por ai ~

Natasha.

Final Chapter - Cartas na mesa

Este é o último capítulo.
Começa com uma conclusão de Hercule Poirot sobre o caso. Explica como as perguntas sobre a sala e o jogo de Bridge interferiram em suas deduções e como isso ajudou-o a descobrir quem seria o assassino perfeito.
Quanto a Meredith, a Sra. Lorrimer disse que a viu cometendo o crime, mas na verdade, Anne poderia muito bem ter sido quem primeiro constatou que Shaitana estava morto, mas preferiu não dar o alarme, porque imaginava que a culpa caíria sobre ela e que também o homem poderia ter deixado alguma carta pronta para ser enviada e colocá-la na cadeia.
E então, o médico tinha blefado ao falar sobre a sala já que em hipótese alguma ele poderia mencionar a adaga. O homem era um bom jogador, mas, às vezes, nossos blefes são mais fáceis de serem descobertos do que imaginamos...
Depois de concluir, Poirot chama de volta o "limpador de janelas". Ele era um ator contratado pelo detetive.
O último comentário de Despard sobre matar Poirot e quando o fantasma dele voltasse para tentar descobrir quem tinha sido, se ele realmente conseguiria, porque desta forma ele não poderia contar com o blefe de ninguém.

Fin.

É isso. Este foi o último.

Natasha. 

Chapter 30 - Assassinato

Part I
Poirot, Battle e Despard estão com Rhoda num carro indo de volta à casa do detetive. Eles contam para a moça que sua amiga tinha tentado matá-la, ela mal pode acreditar. Logo que chegam à casa, Sra. Oliver aguardava juntamente com Dr. Roberts.
Eles se mostram surpresos ao terem a confirmação de que a assassina foi Meredith. Porém, enquanto falam sobre o assunto, Hercule vira-se para Roberts e diz que quem matou Shaitana E  a Sra. Lorrimer, foi o Dr. Roberts.

Part II
Roberts apenas ri. Diz que é ridículo Poirot suspeitar dele depois de uma confissão da Sra. Lorrimer, mas o detetive tira mais uma carta da manga: uma testemunha ocular do momento quando o médico estava no quarto da Sra. Lorrimer.
Era um limpador de janelas. O homem diz que estava começando o seu trabalho quando observou a cena: a Sra. Lorrimer se debatendo na cama e com a sequencial entrada de Roberts no quarto, ele deu à ela uma injeção no braço. Hercule constata que também viu a marca no braço dela. O médico, incurralado, se dá por vencido e admite a culpa. Ele usou um tipo de anestesia para pequenas cirurgias e que, quando combinado com alguns tipos de soníferos (como o que a Sra. Lorrimer usava) pode ser fatal. Principalmente quando injetado diretamente na veia.
Quanto à Shaitana, Roberts o matou quando era o morto e porque ele achava que o homem o tinha entregado naquela noite e matá-lo seria a única maneira de fazê-lo se calar de uma vez. Battle também diz que irá acusá-lo da morte do casal Carddock.

É, parece que no final eu estava errada.
Bem, é nisso que dá não seguir o palpite do aterego da autora (Sra. Oliver o acusara desde o início).
Mas de qualquer forma, eu tinha, no início, suspeitado dele, mas como era um médico, não imaginei que ele se usaria de uma adaga para matar. Imaginei que seria como o caso da Sra. Lorrimer (morte por envenenamento).
Este foi o penúltimo capítulo.

Natasha.

Chapter 29 - Acidente

Anne e Rhoda conversam sobre a amiga ter omitido o caso da morte de uma patroa de Meredith. As duas discutem, e Anne até dá a impressão de que sabe que Rhoda contou sobre o assunto para a a Sra. Oliver, as duas - que estavam esperando uma visita do major Despard e mais tarde a do superintendente Battle -, resolvem dar uma volta no lago próximo à casa. Dez minutos mais tarde, o major chega e a empregada conta que as duas foram até o lago e pediram que ele fosse até lá. Cinco minutos se passam e agora são Poirot e Battle que batem à porta, a empregada não se lembra de já tê-los visto, mas indica para onde as moças e o major foram.
Quando chegam ao rio, veem Despard se aproximando da margem e no meio do lago, um barco onde as duas estão. De repente, Hercule vê Meredith puxar o tornozelo de Rhoda e esta cai na água, mas puxa a amiga junto. Despard pula na água e salva Rhoda, Battle tenta ajudar Meredith que já tinha afundado no lago.
Quando a outra é retirada da água, já quase não respira.

Se ela é capaz de matar a própria amiga, é capaz de ter matado os outros (incluindo a mulher para quem ela trabalhava...).

Natasha.

Chapter 28 - Suicídio

Hercule recebe um telefonema do superintendente Battle avisando sobre o suicídio da Sra. Lorrimer por uma overdose de remédios para dormir, e ainda: a mulher escreveu três cartas iguais para cada um dos outros três suspeitos, onde pedia desculpas e assumia que ela teria sido a assassina.
Battle também conta que quando Dr. Roberts leu a carta, ele veio imediatamente para a casa da Sra. Lorrimer ver se podia fazer alguma coisa, mas quando chegou já era tarde demais. O superintendente ligava diretamente da casa da falecida, para onde Poirot se dirigiu em seguida.
Quando chegou, encontrou a velha empregada que se encontrava muito triste e abalada pela morte da patroa. Faz-lhe algumas perguntas e constata que fora mesmo Meredith quem tinha vindo visitar a mulher depois dele sair no dia anterior, Anne ficou na casa entorno de uma hora e depois foi embora, quanto as cartas, estavam em cima da mesa prontas para serem enviadas. Hercule ainda pergunta se a Sra. Lorrimer as tinha escrito depois que fora se deitar, mas a empregada nega.
Poirot então percebe que poderia não ter sido suicídio e sim homicídio. Ele vai até o quarto onde Battle e o legista da Yard estavam. Trocam uma ou duas palavras e depois o detetive vai examinar a situação. Sra. Lorrimer estava deitada em sua cama com um olhar inexpressivo no rosto e ele também notou uma pequena mancha roxa no braço da mulher.
Em seguida ele sai do quarto e liga para o Dr. Roberts. Depois de uma conversa rápida, Hercule pede que o médico vá até a casa dele. Depois de desligar, Poirot conta à Battle que Meredith poderia ter matado a Sra. Lorremir na noite anterior e recebem uma ligação dizendo que o major Despard se dirigia à casa das duas moças. Se apressam em sair e ir diretamente para a casa de Meredith.

Foi a Meredith... Só pode ter sido ela. Quando ela viu Poirot saindo da casa da Sra. Lorrimer, entrou e depois de uma conversa, ela pode muito bem tê-la ameaçado e a obrigou a escrever as cartas, ou simplesmente ela mesma forjou. E assim tudo ficaria parecendo como um suicídio.

Natasha.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Chapter 27 - A testemunha ocular

Poirot entende o porquê de Lorrimer querer acobertar a moça: ela ainda era jovem e ela estava para morrer, não tinha nada de mal nisso. A mulher logo explica que viu Meredith se aproximando de Shaitana e depois viu em seu rosto o semblante de culpa e remorso.
Porém, ele logo diz que Meredith não era tão boazinha quanto parecia: conta sobre a mulher que morreu com a tinta de chapéu, mas a velha senhora custa em acreditar. Por fim, o detetive vai embrora, depois de também ficar sabendo que quem a Sra. Lorrimer tinha matado, fora seu próprio marido.
Quando chega em casa, Battle tinha saído sem deixar nem um mísero bilhete e ligou para ele logo em seguida. O superintendente pergunta se ele conseguiu alguma coisa e Poirot confirma, mas diz que eles tem que se apressar e ir atrás de Meredith e ele enfatiza: "ela pode ser perigosa."

Estou dizendo que Meredith foi quem cometeu o crime. Agora temos até uma testemunha ocular! Pois bem, agora vamos ver o que vai acontcer, já que faltam apenas quatro cartas a serem colocadas na mesa.

Natasha.

Chapter 26 - A verdade

Sra. Lorrimer explica como matou Shaitana: pegou a adaga e guardou-a sobre a manga enquanto ninguém olhava, quando foi sua vez como morto, aproximou-se de Shaitana e o matou. Ela explica que as indiretas foram para ela, pois já tinha matado alguém e, ao que parece, quando a vítima falou sobre veneno como uma arma feminina ele estava referindo-se a como ela tinha se utilizado para matar anteriormente.
Achando que ele pudesse ter provas contra ela, resolveu matá-lo para que ele não pudesse contar nada.
Poirot ri depois disso. Ele não acredita na confissão. Paralelamente, a Sra. Lorrimer conta que no dia em que tomou chá com Meredith, ela tinha ido consultar-se com o médico e descoberto que tinha pouco tempo de vida. Em vista disso, o detetive acaba também arracando a ideia de que ela, na verdade, estava acobertando alguém.
E eis que esse "alguém" era ninguém menos que Anne Meredith e Lorrimer era a testemunha ocular.

HÁ! SABIA QUE ERA A MEREDITH!
Só podia. A história da morte "acidental" daquela mulher não me pareceu muito verdadeira e eis aqui a confirmação: ela quem matou o Shaitana.
O pior é que como o livro não está no fim, não dá para ter certeza ainda...

Natasha.

Chapter 25 - A Sra. Lorrimer fala

Poirot vai à casa da Sra. Lorrimer e o detetive acaba contando tudo que descobriu e explica que notou como o crime foi capaz de também aproximar as pessoas. Hercule també explica a personalidade de cada um e nenhum deles se encaixa no perfil do assassino, devido à fatores de medo, cautela e até insegurança. Exceto por ela, Sra. Lorrimer: mulher fria e calma para conseguir cuidar de uma situação dessas.
Mas, o detetive também diz que para ele, seria mais provável se - no caso de ela ser a assassina -, o crime teria sido premeditado; e não algo que ocorreria no calor do momento.
E de repente, uma confissão: foi ela quem matou Shaitana.

...
...
...
É só eu pegar um palpite que parece bom e ai a pessoa vai lá e se entrega?! Poxa, assim não tem graça! Mas eu devo me lembrar que ainda tem mais seis capítulos pela frente e, portanto, quem disse que essa confissão de agora não foi um blefe?...
Prefiro não apostar em ninguém nesse.

Natasha.

Chapter 24 - Eliminação de três assassinos?

Battle e Poirot estão na casa do detetive e conversam sobre as novas informações: Anne Meredith tem perfil de ladra, mas não de assassina; Roberts não tem nada - além da morte do casal Carddock -, que possa incriminá-lo e Despard provou sua inocência no caso Luxmore. A única pessoa que resta é a Sra. Lorrimer.
E logo em seguida, esta mesma liga para Poirot solicitando uma visita. E o detetive diz que já esperava por esta solicitação.

Esse ficou bem pequeno... 
Hm, acho que posso mudar um pouco as minhas suspeitas: acho que a Sra. Lorrimer também pode ter alguma coisa a ver com o caso, mas a Meredith ainda me parce mais suspeita que ela. E além disso, ainda tem o Dr. Roberts que foi o único que não conseguiu uma história como major Despard que o tirasse completamente do caso... Será que ainda estou no caminho certo?

Natasha.

Chapter 23 - Revelações de um par de meias de seda

Meredith e Rhoda vão à casa de Hercule Poirot para que o detive possa fazer as mesmas perguntas sobre a sala no dia do crime. Anne não queria ir. Não via por quê ajudar um detetive que parecia apenas querer passar a perna nos policiais oficiais.
Já lá, quando é perguntada, ela responde que não se lembra muito bem da sala, mas prestou atenção à um vaso que sabia que tinha tido a água trocada à pouco. Mesmo sem muitos detalhes, Poirot não parece se preocupar com a falta de memória dela. De maneira cordial, o belga pediu para que Meredith lhe ajudasse a encontrar seis dentre os muitos pares de meias de seda que ele tinha comprado anteriormente, que ela achasse os mais boitos e perfeitos para presentear alguém.
Enquanto isso, o detetive e Rhoda vão para outra sala, Poirot queria mostrar um punhal que tinha sido usado em mais de vinte mortes e a amiga pareceu bem interessada. Não demora muito e Anne aparece com os seis pares. Em seguida as duas vão embora.
Logo que em seguida a saída das duas moças, Poirot vai até a pilha especialmente desorganizada de meias e conta quantos pares ainda tem: somando os seis em suas mãos e os outros na pilha, contam - de um total de 19 -, apenas 17 pares de meias de seda.

DE NOVO A MENININHA INDEFESA!
Ela é uma ladra... Mas será que isso também indica que ela matou Shaitana?... Seria mais normal se ela tivesse roubado alguma coisa da casa dele na noite do crime...
Mas como não estou indo muito com a cara dela, continuo apostando que foi ela quem matou.
(Quem dá um nome desses à um capítulo?...)

Natasha.

Chapter 22 - Indícios de Combracre

Battle vai investigar a morte da antiga patroa de Meredith junto com o inspetor que cuidou do caso. O que ocorreu foi uma fatalidade: a moça estava pintando alguns chapéus da mulher quando o frasco quebrou-se. Então, esta pediu que Anne colocasse o que sobrara num pote velho de geléia de figo.
Um dia, a senhora esqueceu-se de que a tinta estava no potinho de geléia e acabou tomando a tinta. As empregadas chamaram um médico quando notaram, mas não conseguiram à tempo. Mesmo com todas as confirmações sobre a boa índole de Meredith, Battle ainda acredita que a morte da velha senhora não foi acidente coisa nenhuma e sim um assassinato, cometido pela moça.

Estou dizendo que essa mulherzinha não é boa coisa... Foi ela quem guardou o potinho e depois a patroa morre? Um pouco estranho, não? Concordo com Battle e continuo apostando nela.

Natasha.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Chapter 21 - Major Despard II

Poirot compra 19 pares das meias de seda mais cara e depois que volta para casa, recebe a visita do Major Despard à respeito do motivo que tinha levado o detetive à casa da Sra. Luxmore. Hercule conta que foi por causa da tal morte do Sr. Luxmore na Amazônia, e quando diz isso, Despard parece meio desconcertado e diz que o que a mulher contou-lhe antes era uma completa mentira. 
O major conta o que realmente acontceu: todos na viajem pegaram a febre, mas no caso do Sr. Luxmore foi mais sério. A mulher cuidava dele todos os dias e numa noite, Despard tinha saído para respirar um pouco e viu o homem saindo de sua barraca e indo na direção do rio. Na direção que ele ia, era morte certa.
Ele iria impedí-lo de cair dando-lhe um tiro na perna, mas a Sra. Luxmore se meteu no meio e fez com que ele errasse o tiro e acertasse as costas do homem, levando-no à morte.
A mulher inventou a história de que eles estavam apaixonados, mas confirma que os dois optaram pela história da malária.
Poirot aceita a versão do major como verdadeira.

Falei que a mulher estava mentindo, não falei? Mas continuo sem um palpite, pois nada neste capítulo me foi relevante ao ponto de dar um. Mesmo que agora eu saiba que esse assassinato era o segredo que Shaitana tinha de Despard, o próprio major diz que não tinha raiva da vítima à ponto de cometer o assassinato...
Mas todos podem mentir, não?

Natasha.

Chapter 20 - Revelações da Sra. Luxmore

Poirot vai a casa da viúva e logo já menciona que veio por causa da morte do marido. A mulher se exalta, mas ele inventa que é para um livro que logo será publicado e a mulher decide cooperar. Ao longo da conversa, ele descobre que quem deu o tiro que realmente matou o Sr. Luxmore (a malária tinha sido inventada, mas um dos tripulantes do navio onde eles viajaram disse que tinha visto uma marca de tiro nas costas do homem), foi dado pelo Major Despard. Este tinha acompanhado o casal na viajem à Amazônia.
O motivo dado pela mulher foi que Despard estava apaixonada por ela e ele atirou no marido porque este descobriu e foi tirar satisfações, o major atirou em legítma defesa e matou o homem. Despard queria aceitar a culpa e tudo, mas a Sra. Luxmore foi contra, porque assim seria um escândalo muito maior, então inventaram a história da malária e o enterraram no rio.
Poirot fica comovido com a história e promete não contar ao "escritor" sobre essa parte do caso.

Não, eu não acho que esse episódio possa ter alguma coisa à ver com a morte do Shaitana, e portanto, não acho que foi o Despard. Essa história não me parece verídica... É literária demais.

Natasha.

Chapter 19 - Troca de ideias

Capítulo onde os outros quatro (Poirot, Battle, Oliver e Race), discutem sobre o que descobriram sobre cada um dos suspeitos e suas suspeitas de quem possa ter sido. Race trás o dossiê completo da vida de Despard, Oliver conta sobre o episódio que Meredith omitiu durante o interrogatório de Battle, Poirot explica a sua tática que tem como base descobrir o tipo de mentalidade de cada um para depois tentar descobrir quem teria mais chances de cometer o crime.
Battle não se sente muito à vontade para colocar todas as suas "cartas na mesa", mas também acaba contando sobre o que conseguiu com Roberts - que não foi muita coisa.
O superintendente fica interessado no cado da Sra. Carddock e resolve que irá investigar mais a fundo e pede para Poirot ir atrás da Sra. Luxmore - viúva de um tipo de ambientalista que morreu de malária na Amazônia, mas sob circustâncias um tanto quanto suspeitas.

Nenhum palpite... Apenas uma explicação: o Sr. Luxmore tem a ver com o dossiê da vida de Despard (parece que o senhor morreu durante uma viajem dada pelo major).

Natasha.

Chapter 18 - Interlúdio para o chá

Anne tinha ido até Londres com Major Despard para falar com o advogado. Na saída, encontra-se com a Sra. Lorrimer e esta a convida para tomar chá numa pastelaria não muito distante. Conversam sobre a situação e a investigação que está se seguindo sobre o assassinato. 
Depois disso, as duas se despedem e quando sai da pastelaria, Anne vê Rhoda subindo a rua em direção ao ponto de ônibus - e antes sabia que a amiga tinha ido até a casa da Sra. Oliver.
Meredith reflete sobre o ciúmes que sentiu da amiga com o Major, mas fica constrangida quando a amiga insinua que o homem possa estar apaixonado por ela. Rhoda conta que foi mesmo à casa de Oliver mais cedo e mostra com felicidade o livro autografado.
As duas falam um pouco sobre as suspeitas de Meredith sobre a Sra. Lorrimer, mas Anne não parece muito firme nesta suspeita. Ela também conta sobre o encontro com o advogado e as duas voltam para casa de ônibus.

Não vejo muito o que falar sobre este... Apenas que Meredith fica realmente incomodada com toda a situação do crime, a investigação, etc. Mas só continuo dizendo que foi ela.

Natasha.

Chapter 17 - Depoimento de Rhoda Dawes

Rhoda visita a Sra.Oliver sem que Anne saiba e as duas conversam sobre a anterior visita da escritora à casa das duas moças. Rhoda se desculpa pelo comprortamento descortes de sua amiga anteriormente e explica que Ariadne mencionou sem querer um assunto um pouco delicado para Meredith, e acaba contando sobre uma mulher que se matou tomando tinta para chapéu. Isso desperta a curiosidade de Oliver, mas as duas conversam mais sobre banalidades e tramas de livros em segudia enquanto tomam café com torradas e manteiga.
Antes de ir embora, Ariadne entrega para Rhoda um livro autografado e diz que realemente queria que ela viesse visitá-la.

Só digo uma coisa: essa garota entregou a própria amiga ou foi só impressão?...
Pensem bem: quando uma pessoa morre envenenada podemos pensar que foi suícido, lógico, mas se tinha mais alguém na casa, não deixa de ser plausível a hipótese de que talvez tenha sido Meredith quem armou para a mulher tomar a tinta. Não acham?
Em cima disso, confirmo novamente minhas suspitas sobre a Anne Meredith.

Natasha.

Chapter 16 - Depoimento de Elise Batt

O sargento O'Conner vai interrogar a empregada que trabalhava para uma das pacientes de Dr. Roberts que morreu. A mulher diz que os patrões estavam sempre brigando e quem apaziguava estas brigas era o médico - sempre que acontecia um problema, a patroa ligava logo para Roberts -, mesmo assim, a empregada tinha certeza que a patroa nunca teve nada com o médico (mesmo que ela deixasse claro que gostava mais dele do que do marido). O interrogatório termina depois que ela conta sobre a separação e morte dos patrões.
O marido morreu de antraz (mas só depois de uma visita de Roberts depois do marido acusar ele de ter um caso com a patroa de Elise). E a mulher morreu depois de se mudar para o Egito.

Novo personagem!
Aqui apenas podemos ver que Roberts pode muito bem ter matado a Sra. Craddock e seu marido (ou pelo menos induzido suas mortes). Mesmo assim não acho que tenha sido ele, porque pensem bem: um médico tem acesso à todos os tipos de drogas que quando consumidas em grande quantidade levam à morte, ou simplesmente; ele teria um acesso muito mais fácil a venenos fortíssimos, não faz sentido ele ter matado alguém com um punhal.

Natasha.

Chapter 15 - Major Despard

Poirot dá um jeito de armar um encontro entre ele e Major Despard num ônibus. Novamente faz as mesmas perguntas sobre a sala e o jogo de Bridge, porém Despard lembra pouquíssimo dos detalhes e mesmo as coisas mais chamativas passaram despercebido por ele.
Despard comenta sobre a facilidade que Shaitana tinha de descobrir os segredos dos outros, especialmente os das mulheres, mas quando perguntado se estava falando de alguma mulher em especial (Meredith ou Lorrimer), o major desmente.
O major desce do ônibus e deixa Poirot ainda mais pensativo.

Neste não tenho nada a acrescentar. Despard apenas mostrou que pode ter algum segredo que envolva uma mulher ou algo assim, mas não acredito nele como assassino... Não me parece muito concreto.

Natasha.

Chapter 14 - Terceiro Visitante

Battle percorre as redondezas da casa de Meredith (para pesquisar um pouco sobre ela), antes de ir visitá-la. Quando chega à casa das duas moças já tinha anoitecido. Ele apenas pergunta sobre a vida de Meredith, e ela conta sobre os lugares onde trabalhou, etc (descobrimos que Anne veio da Índia).
Anne comenta sobre a vez que conheceu Shaitana numa viajem para esquiar - estava com Rhoda e alguns amigos -, e, ao que parece, a vítima gostava de ficar irritando-na.
Quando o policial vai embora, Rhoda respira aliviada e diz que foi mais fácil do que ela esperava e ainda comenta que ele não desconfia nem um pouco de Meredith.

Mas eu sim, querida. Meredith e Rhoda podem ter muito bem armado alguma coisa no momento em que Anne foi convidada para o jantar, é possível que naquela viajem, alguém possa ter contado a ele alguma história do passado de Anne que poderia ser usado contra ela. A moça sentiu-se pressionada no jantar e matou o homem.

Natasha.

Chapter 13 - Segundo Visitante

Continuamos na casa de Meredith, mas agora a conversa é entre as moças e Major Despard - Sra. Oliver se retirou pouco depois da chegada do cavalheiro.
O homem conversa com Anne sobre a necessidade dela de procurar um advogadoo quanto antes e indica o seu próprio.
Rhoda, amiga de Meredith, fica interessada no Major, mas nota que o homem possa estar apaixonado pela amiga, já que foi bom o suficiente para vir lhe dar a indicação do próprio advogado (o que mostra que ele possa estar preocupado com ela). O clima fica pesado quando ele insinua se poderia ter havido alguma coisa entre Anne e Shaitana e que ela apenas não tinha mencionado antes.
A moça fica um pouco ofendida, mas mantem-se firme e calma. Antes de ir embora, Despard ainda avisa que Battle virá visitá-la quase em seguida.

Hm, imagino que Meredith esteja escondendo mais alguma coisa... Mesmo que não uma relação com a vítima, mas alguma coisa que a poderia deixar comprometida de alguma forma. Por isso minhas suspeitas continuam com ela.

Chapter 12 - Anne Meredith

Sra. Oliver vai falar com Meredith sobre o caso, e a moça estava acompanhada por uma amiga, Rhoda Dawes - que se mostrou uma admiradora dos livros da escritora -, as três conversam sobre o caso e Oliver continua insistindo em Roberts como assassino. As três discutem sobre tudo e Ariadne começa a inventar uma história mais louca do que a outra para servir como motivo do crime, mas Meredith é firme na decisão de não acreditar em nenhuma das hipóteses criadas pela autora.
Por fim, a discussão é interrompida por Major Despard que aparece de repente na casa de Meredith.

Neste minhas suspeitas continuam fortes sobre Meredith, porque ela parece sempre muito segura e além de tudo ela sempre parece evasiva, como se tentasse esconder alguma coisa mais comprometedora de seu passado.

Natasha.

Chapter 11 - Sra. Lorrimer

Poirot visita a Sra. Lorrimer e faz perguntas: primeiro sobre a sala - e esta dá uma descrição não muito precisa -, depois pergunta sobre os rubbers. A mulher os descreve com uma quantidade impressionante de detalhes, mas logo que termina, ela já se retira pois teria um compromisso em seguida.
Quando o belga se retira, parece estar com quase todas as pistas que precisava para poder dar um palpite quase que certeiro sobre o assassino.

Bem, mesmo com as revelações que este capítulo me deu, eu ainda desconfio de Meredith, mas também tendo à pensar um pouco sobre a Sra. Lorrimer também poder estar envolvida no assassinato...

Natasha.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Chapter 10 - Dr. Roberts (Part II)

Poirot e Battle almoçavam juntos, e o superintendente contou sobre sua frustante investigação no consultório do Dr. Roberts. Hercule resolveu ir fazer algumas perguntas ele mesmo e eram exatamente sobre o jogo de Bridge.
Chegando ao consultório, Roberts brinca que poderia ser levado preso depois da visita de dois investigadores no mesmo dia; Poirot começa suas perguntas. O motivo delas era que talvez a pessoa que tinha cometido o crime, mudaria sua postura e até mesmo, como poderia estar mais nervosa, cometeria mais erros do que se esperava. Nisso, ele menciona Meredith, esta estava tremendo e cometeu alguns erros.
O detetive esperava que o doutor lembra-se de como tinha corrido o jogo, mas infelizmente, o homem pouco recordava-se. Mesmo assim, quando Poirot perguntou sobre como era a decoração da sala, Roberts deu uma descrição perfeita, sem deixar de dar algumas colocações pessoais sobre a mobília e os objetos artísticos.
Por fim, o detetive acrescenta que o médico apenas não mencionou o objeto em que estava pensando, mas isso era óbvio, pois o objeto não estava na sala. Hercule vai embora dizendo que as informações do médico foram muito importantes e em seguida ele segue direto para Cheyne Lane, 111, Chelsea.
Minhas suspeitas sobre Meredith parece que se confirmam a cada capítulo! Agora tenho quase certeza que tenha sido ela, pois ela estava tremendo, uma forma clara de nervosismo, mas quem poderia dizer com certeza? Bem, por enquanto desconfio dela, mas minhas suspeitas podem mudar muito em breve.
Novamente nenhuma ideia a mais aqui... Porém, eu entendi que o objeto em que Poirot pensava era na verdade o punhal do crime, e a ideia é essa: Roberts não o mencionou, porque o assassino já estava com o punhal antes de eles irem para a sala. Mas a questão é: como o assassino poderia tirar o punhal de algum tipo de mostruário onde ele estava sem ter sido notado? Isso é o que veremos...
E também gostei da menção à Sherlock Holmes feita por Poirot :3

Natasha.

Chapter 9 - Dr. Roberts (Part I)

No dia seguinte, superintendente Battle foi até o consultório de Dr. Roberts para fazer-lhe algumas perguntas e ainda para pesquisar um pouco sobre seu passado (como os quatro combinaram que fariam).
Rogers não parece surpreso com a visita, nem tão pouco incomodado em responder às perguntas, porém, Battle nota mudanças faciais e de postura quando fala sobre a pouco importância que os jornais deram ao assassinato, mostra também o laudo da perícia.
O médico é rápido, pois estava com pressa (teria consultas particulares em seguida) e deixou com Battle as chaves de sua sala e pediu a sua secretária, Srta. Burgess, auxiliar o policial no que fosse necessário. O médico retira-se e Battle começa sua procura. Não encontra nada relevante, mas já esperava, afinal o médico não era idiota e nem tolo de deixar quaisquer provas contra si, já que imaginava que seria visitado pela polícia mais cedo ou mais tarde.
Battle faz perguntas para a secretária, como: "Ele conhecia o Sr. Shaintana anteriormente?", e também, fez com que a moça contasse mais sobre casos onde os pacientes morreram. O caso que ela mencionou primeiro foi o da Sra. Graves. A mulher desconfiava que todos ao seu redor estavam tentando envenená-la, etc e tinha passado por três médicos antes de Roberts. Mas o médico também não consegiu vencer esse medo e desconfiança e a mulher passou por mais alguns médicos antes de morrer.
Burgess também contou que algumas vezes o doutor recebia partes de heranças e até mesmo presentes de alguns pacientes, mas ele sempre evitava essas situações para não ficar numa saia-justa.
O superintendente termina sua busca e vai embora. Passa ainda no banco para ver alguns saldos de Roberts mas não encontra nada. O capítulo termina com uma conversa entre o médico e a secretária; ela conta o que Battle perguntou e o médico age como se estivesse tudo bem, pois afinal, ninguém tinha descobrido nada.

Neste eu só digo que Roberts tem um passado que pode comprometê-lo, mas continuo duvidando que tenha sido ele... Me parece uma situação estranha imaginá-lo matando Shaitana e um médico poderia matar alguém de uma maneira ainda mais perfeita, sem deixar nenhum vestígio.

Natasha.

Chapter 8 - Qual deles?

Acabaram os interrogatórios. Agora, os outros quatro discutem suas suspeitas e organizam as informações. Hercule Poirot e o Coronel Race permanecem em silêncio, enquanto o superintendente Battle conta suas informações. Sra. Ariadne Oliver é a única a se pronunciar de prontidão, acusando Srta. Anne Meredith e Dr. Roberts. Oliver insiste na ideia de Meredith, pois nunca se sabe o que se esconde por trás de um rostinho angelica, além disso ela é a pessoa sobre quem eles menos sabem.
Battle resolve pedir para que Race invstigue Despard secretamente, este concorda e em seguida, a Sra. Oliver dá a ideia de que cada um investigue um dos suspeitos, mas Battle discorda, já que ele tem um cargo público e fora encarregado de chefiar a investigação, mesmo assim ela resolve que vai investigar Meredith por conta própria e sugere que todos partilhem as informações que conseguirem, salvo seus palpites, etc.

Poirot conta suas conclusões sobre cada um dos suspeitos (com base no jogo de Bridge):
- Roberts: Sujeito muito confiante e perfeito para uma situação como estas;
- Meredith: Uma pessoa tímida e cautelosa demais, porém, numa situação onde se sentisse ameaçada, poderia ter cometido o crime sem problemas;
- Despard: Frio, calculista que poderia muito bem agir friamente e executar uma tarefa como esta, mas apenas se também se sentisse ameaçado de alguma forma;
- Lorrimer: Uma mulher muito esperta e fria que poderia ter facilmente cometido o crime, mas para Hercule, se ela fosse a assassina, o crime teria a aparência de ter sido premeditado.

Eles trocam mais ideias sobre a situação e concluem que sabem muito pouco sobre todos e resolvem tentar descobrir mais sobre o passado deles para tentar descobrir quem já tinha matado, ou cometido algum crime semelhante antes. Concordam que a metáfora do "anjo negro" pode ter sido a faísca que levou ao assassinato.
Hercule imagina que eles tenham em mãos um inocente e três assassinos, e que os crimes que podem ter acontecido no passado, possam ter alguma ligação com este; uma semelhança. Ariadne discute com Poirot sobre seus livros e acaba se empolgando quando Battle entra na conversa. Ela dá um palpite de que, na verdade, tudo tinha sido intencional e que essa história de assassinos era uma mentira criada por Shaitana e que ele teria cometido suicídio.
Essa opção é descartada pelo detetive, pois Shaitana era um homem que gostava de curtir a vida e imaginava que ele não faria tal coisa.

De certa forma eu concordo com o que a Sra. Oliver diz. No início, eu achava que Shaitana realmente poderia ter cometido suícidio, ou se macumunado com algum dos convidados para fazer com que tudo parecece um assassinato. Porém, eu também concordo com Poirot e não acho que seja isso.
Então, minhas suspeitas ainda recaém sobre Meredith, Lorrimer e Despard. É verdade que o médico foi o que mais se levantou e ainda, médicos sempre têm segredos de carreira que podem ser cruciais para peder o direito de executar a profissão, mas não vejo o Dr. Roberts como culpado, uma vez que a vítima não tenha armado nenhum esquema.

Natasha.

domingo, 28 de outubro de 2012

Chapter 7 - Quarto Assassino?

Major Despard mostra-se tranquilo no interrogatório. Ele lembra-se de ter se encontrado com Sr. Shaitana duas vezes e na mesma situação: uma festa em sua casa. Battle mostra-lhe o punhal e pergunta se ele o vira durante alguma das festas, Despard nega.
Em seguida, o major diz que não simpatizava nem um pouco com a vítima, mas não uma antipatia que o levaria à matá-lo, não. Ele só tinha vontade de "chutar o trasseiro dele". Despard mostra-se incomodado com a "forma" como Shaitana era: sempre usando roupas caras, cabelo muito comprido e normalmente usava muito perfume.
O major conta que gostava de festas e quando perguntado se ia à festas (mesmo àquelas dadas por quem ele desprezava), o militar humoriza, dizendo que se não o fizesse, não jantaria tanto fora de casa. Battle indaga que Despard gosta de festas, mas não da sociedade e o motivo, dado pelo outro, era de que ele gostava quando era períodos curtos e que depois de um tempo a falscidade das pessoas trornava-se insuportável e ele preferia retirar-se.
Battle conta sobre a história de Shaitana ser conhecido como um bisbilhoteiro e quando conta que a vítima dava-se muito bem com as mulheres, o major ri. O interrogatório termina e Battle é quem faz a pergunta sobre a forma como os outros se comportaram no jogo, depois pergunta também sobre a questão dos momentos fora da mesa e em seguida Despard retira-se.
Poirot observa que o major movia-se como um tigre.

Este deve ter sido o menor capítulo até agora.... Sem muitas ponderações, mas mantenho minhas suspeitas anteriores, mas começo a me questionar quanto a Despard... Ele não me parece uma pessoa que seria capaz de matar sem deixar vestígios, mas acho que ele tem alguma coisa à ver com a morte.
Então, minhas suspeitas são: Meredith, Lorrimer e Despard.

Natasha.

Chapter 6 - Terceiro Assasino?

Battle questiona Poirot sobre suas perguntas sobre o estilo de jogar bridge dos quatro susperitos. O detetive explica, que dessa forma eles podem descobrir mais sobre a personalidade de cada um e assim encontrar mais facilmente o verdadeiro assassino. Poirot mostra suas anotações e em seguida começa o interrogatório da Srta. Meredith.
Anne mostrou-se bastante confusa e chocada com a situação, disse que não podia acreditar que qualquer um deles tivesse cometido o crime e também teve dificuldades em contar o que fez no momento em que estava fora da mesa. No final, acabou concluindo que não poderiam ter sido nem Race ou Roberts, mas também não queria dizer que estava, de certa forma, acusando a Sra. Lorrimer.
Nos momentos do interrogatório, ela contou a Battle sobre sua relação com a vítima. Contou que conhecia o Sr. Shaitana porque ele a convidara para diversas festinhas, mas nunca gostou dele, pois ela o achava sinistro e maléfico. Mostrou-se nervosa quando o superintendente questionou o motivo desse medo, mas quando perguntada se possuía algum segredo negou segura.
O interrogatório termina e desta vez Poirot não faz nenhuma pergunta. Ariadne Oliver agora vira sua atenção para Meredith, dizendo que ela era a culpada; porém Battle dá duas opções: ou a moça estava muito fragilizada pelos acontecimentos, ou simplesmente era uma perfeita atriz e a assassina.
Só resta o major Despard, este entra em seguida.

Uma coisa é certa.... Está beeem difícil para mim tentar arriscar um palpite neste momento. Como ainda falta mais uma pessoa, eu pretendo esperar para ter certeza de que não vou tirar uma conclusão apressada. MAS, como eu tenho que dar um palpite, eu continuo entre Meredith e Sra. Lorrimer. A primeira porque eu imagino que ela esteja se fazendo de menininha inocente, quando foi ela quem cometeu o crime (baseada em sua forma cautelosa de jogar Bridge).
E a segunda porque ela se mostrou fria o suficiente para fazê-lo.

Natasha.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Chapter 5 - Segundo Assassino?

Battle continua com os interrogatórios e Sra. Lorrimer é a próxima.
Ela dá respostas rápidas, na ponta da língua e é bem mais precisa do que Roberts na descrição dos momentos em que os convidados deixaram a mesa. Quando ela saiu, disse que fora atissar o fogo e ainda encontrou o anfitrião vivo, já que conversou com ele.
Quando o policial mostrou a arma, ela disse nunca tê-la notado na sala e quando perguntada sobre seu palpite do assassino, resusou-se a responder.
Poirot pergunta-a o que achou da maneira como os outros se comportavam no jogo e em seguida ela também retitou-se.

Palpite: Agora as coisas mudaram um pouco... A Sra. Lorrimer me pareceu um pouco calma e também confiante demais, então ela também pode muito bem ter matado Shaitana, já que ela só tem a sua palavra para provar que encontrou o afitrião vivo (mas ainda suspeito de Meredith...).

Natasha.

Chapter 4 - Primeiro Assassino?

Durante a retirada do corpo e o término da perícia, todos discutem sobre como foi que Shaitana foi morto e depois Poirot conta sobre seu encontro com a vítima na Wessex House e sobre o motivo pelo qual ele o convidara para vir jantar.
Battle pondera sobre a questão dos assassinos e também imagina que quem o matou foi a quem Shaitana se referia. Ariadne Oliver acusa Roberts pelo assassinato.
Battle começa os interrogatórios. Roberts primeiro.
O superintendente faz perguntas sobre quando as pessoas saíram da mesa e o que fizeram neste período. Ao fim, pergunta quem o médico imagina que tenha sido e este acusa Despard, com base na ideia de que seu trabalho é o que exige mais frieza.
Poirot ainda faz algumas perguntas e em seguida Dr. Roberts retira-se. Também descobriu-se que a arma fora uma pequena adaga de um metal reluzente e cravejado com jóias.

Palpite: Meredith matou Shaitana quando esta estava fora da mesa na sua vez.

Natasha.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Chapter 3 - Uma partida de Bridge

Part I.

Ao fim do jantar Sr. Shaitana propõe uma partida de Bridge entre os convidados (ele prefere não participar). Os grupos foram separados da seguinte maneira:

Mesa 1 - Dr. Roberts e Major Despard X Sra. Lorrimer e Meredith.
Mesa 2 - Poirot e Ariadne X Battle e Race.

Os grupos ficaram separados por uma porta que dividia os dois ambientes. Sr Shaitana ficou na sala da Mesa 1 sentado em frente à lareira. Ao final da primeira parte, ele adoremece em sua cadeira.

Part II.

Na sala da Mesa 2, Poirot e Oliver vencem, mas Sra. Oliver tinha que pagar algumas perdas anteriores. Os quatro conversam por um tempo e depois resolvem que vão embora, pois já quase passava da meia-noite não tinham o costume de passar a noite toda fora numa festa.
Quando voltam à sala principal, as senhoras e senhores da Mesa 1, ainda jogam. Poirot e Race (os dois que já estavam de saída) caminham até Shaitana para avisar que estão saindo. Porém, Poirot encontra o anfitrião morto.
Dr. Roberts e os outros param de jogar e vem averiguar a situação, o médico confirma a morte e Poirot descobre que Shaitana morreu apunhalado a mais ou menos uma hora. Todos discutem que a única pessoa que poderia ter sido era alguém da Mesa 1 que em alguma hora saiu da mesa.
Todos na Mesa 1 adimitem que deixaram a mesa pelo menos uma vez, o ar de incerteza não impede Battle de ligar para a Yard. Antes da chegada da polícia, todos se perguntam como Shaitana morreu e logo que as autoridades aparecem, começa a perícia.

Por hora meus suspeitos são: Meredith e Roberts.
Uma última suspeita: imagino que Shaitana poderia muito bem ter armado essa situação num complô com algum dos convidados e meu maior suspeito é Roberts, pois para um médico seria muito mais fácil falsificar uma morte, sendo ele o único especialista entre os convidados.

Natasha.

Chapter 2 - Jantar na casa do Sr. Shaitana

No segundo capítulo a autora coloca os outros personagens da trama, farei uma breve descrição de cada um:
- Ariadne Oliver, senhora de meia-idade, escritora de romances policiais (ela aparece como um "alterego" de Agatha Christie), e também feminista.
- Superintendente Battle, homem grande, forte e também bastante conhecido dentro da Scotland Yard.
- Coronel Race, um cinquentão bastabte elegante e que faz parte do Serviço Secreto Britânico.
- Dr. Roberts,  um senhor de meia-idade e um médico confiante e que fazia com que seus pacientes sempre pudessem esperar um diagnóstico correto.
- Sra. Lorrimer, senhora de idade e que se mostrava muito bem-informada sobre vários assuntos (peças de teatro, etc).
- Major Despard, major do exército Britânico. Possue uma cicatriz na têmpora que ganhou durante a guerra.
- Srta. Meredith, uma jovem de vinte e poucos anos, bonita e tímida.

A festa começa pouco depois da chegada de Poirot. Na verdade, antes dele já haviam chegado Oliver, Battle e Race; ainda falando nas chegadas, uma coisa que deixou Poirot um pouco desconfiado foi que Shaitana pareceu marcar com os 5 primeiros (Dr. Roberts chegou logo em seguida) 15 minutos mais cedo do que com os outros 3. Por fim, quando todos os 8 chegam, cumprimentam-se e em seguida seguem para a sala de jantar.
Os convidados conversam sobre cordialidades e Poirot conversa com Meredith e a jovem confessa ao detetive, seu medo com relação a Shaitana, o detetive também conversa com o médico e Sra. Lorrimer entra na conversa e ela coloca novos tópicos como peças de teatro, literatura e até política.
Oliver, Battle e Race discutem sobre venenos e mortes que eles causam (a escritora precisava de ideias para um novo Romance) e Ariadne trás à tona a questão de como a Yard precisava de mulheres em cargos mais altos.
Sr. Shaitana começa a mandar indiretas para os convidados, principalmente quando ouviu a conversa dos últimos três à questão de venenos e assassinatos.
Sra. Oliver ainda tem um mal-pressentimento antes do final do jantar.

Neste momento, meus principais suspeitos são: Ariadne Oliver, Dr. Roberts e Sr. Shaitana.

Natasha.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Chapter 1 - Sr. Shaitana.

Neste primeiro capítulo conhecemos alguns dos personagens. Primeiramente Sr. Hercule Poirot, que visitava uma exposição de caixinhas de Rapé e em seguida o exêntrico Sr. Shaitana.
Os dois conversam sobre coleções de diversas coisas e temos nossa primeira impressão de Shaita: um homem rico, estrangeiro (ninguém sabe de onde veio), pessoa de humor insólito e ele também sabia demais sobre todos.
Shaitana propõe o assunto de assassinatos e assassinos; Poirot e ele ponderam sobre como a maioria dos assassinos não têm valor, porque na maioria são presos cedo ou tarde. Shaitana demonstra sua particular admiração por aqueles que tem sucesso em seus crimes e propõe um jantar para Poirot, neste jantar, o estrangeiro deseja mostrar para o detetive sua "coleção" de assassinos bem-sucedidos.

Um dos hobbys de Shaitana era exatamente coloecionar um pouco de tudo (mas apenas coisas que para ele eram únicas no mundo).

Hercule aceita o convite, mas não deixa de imaginar o que o homem quis dizer com "coleção" de assassinos bem-sucedidos.

Natasha.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Segundo Dia.

Hoje falarei um pouco sobre as minhas expectativas quanto ao livro.

Conheço de certa forma os livros de Agatha Christie e, por minha experiência, imagino que vá ser uma história muito interessante e exêntrica (devido a presença de Sir Poirot). De dois de seus livros que eu li, notei que a Autora gostava de criar uma atmosfera complexa antes de realmente começar com o mitério em si, ao contrário de outros livros de mistério (como os de Sherlock Holmes que vai mais rapidamente ao mistério).
Por fim, tudo que eu espero é que este livro me cative, e, portanto, terei uma leitura bem mais prazerosa.

Tentarei explicar meus gostos literários...

Eu leio bem menos do que deveria, mas mesmo assim nunca me faltou inspiração ou incentivo por parte de meus pais (tenho lembranças de minha infância de quando entrava na biblioteca e via livros e mais livros que se sustentavam em estantes que iam até quase o teto). Tanto meu pai quanto minha mãe lem ou liam bastante, mas na minha infância não me lembro de vê-los lendo. Na realidade, os vejo lendo mais atualmente.
Eu particularmente adoro livros onde existam tragédias, romances (nada que se pareça com Crepúsculo, por favor), aventura, alguma ação, fantasia... É como com os filmes, eu gosto da maioria dos gêneros. Meu livro favorito é a peça de Shakespeare "Romeu e Julieta" (unindo meus dois gêneros favoritos: tragédia/drama e romance).
Porém, meu gosto vai bem além disso, eu não leio livros na maior parte do tempo, o que eu leio mesmo são os "mangás" (histórias em quadrinhos japoneses), então é mais difícil me ver lendo um livro do que um mangá.

Quando estou lendo um livro existem duas coisas que eu pondero para saber se gostei ou não: se a histótia é bem trabalhada e se é bem escrita. Eu também sou (de certa forma) escritora, então me preocupo com a qualidade da escrita das histórias e quanto a ser bem trabalhada ou não é apenas porque quando não é eu não consigo terminar de ler o livro (e quando termino é só porque eu fiquei pensando que poderia ficar melhor no final). Eu leio MUITO devagar e prefiro ler em momentos de paz e tranquilidade (ou quando estou em paz comigo mesma), por isso também que o momento que eu mais leio é antes de dormir ou no meio da tarde.

Ainda em relação aos livros da minha vida, tenho um que é muito especial para mim: chama-se "O Trem da Amizade". Ganhei este livro da minha sala da 3ª Série antes de me mudar para Americana; então esse livro tem um peso emocional muito grande, já que aquela foi uma das épocas em que eu fui mais feliz e umas das que mais sinto falta.

Resumindo: eu não leio muito, mas quando leio alguma coisa, normalmente é porque eu queria ou porque alguém não parava de falar sobre o livro e eu resolvi ler para a pessoa parar de falar nele e eu ficar lá sem entender nada.

Natasha.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Hercule Poirot

Hercule Poirot ou simplesmente Poirot é um grande detetive fictício e protagonista da maioria dos livros de Agatha Christie, comparável apenas a Sherlock Holmes, famoso detetive da ficção policial.

De nacionalidade belga (embora muitos o julguem francês), Poirot é uma personagem extremamente extravagante, não é nada modesto, e está sempre se gabando da forma como usa as suas células cinzentas. Possui um grande e belo bigode que é o que melhor o identifica, e tem sempre uma aparência elegante e impecável. O seu nome é deliberadamente absurdo, pois Hercule relembra o herói Hércules da mitologia grega, porém o detetive é um homem pequeno. O sobrenome Poirot tem origem em poireau , que em francês significa alho-porro ou verruga. O personagem apareceu pela primeira vez em 1921, no romance "O misterioso caso de Styles" (The mysterious affair of Styles). Nos livros de Agatha Christie, Poirot vive na Farraway Street, 14, onde está localizado o Florin Court, mais conhecido como Whitehaven Mansions.

Ao contrário dos outros grandes detetives da Scotland Yard, Poirot diz que pode resolver um crime estando "apenas sentado na sua poltrona". Ele compara os seus colegas a "cães de caça humanos", pois eles usam as pequenas pistas no chão, as pegadas e as impressões digitais como método de trabalho; enquanto que Poirot usa, como único meio, a psicologia humana e o que ele chama de "pequenas células cinzentas". Não é um detetive de ação, mas meramente dedutivo, que para resolver seus crimes prefere interrogar todos os envolvidos, porém muitas vezes precisa investigar, a pedido de Hastings ou por extrema necessidade.



Natasha.

Sobre a Autora...

Dame Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas.

Começou a escrever The Mysterious Affair at Styles em 1916, e o livro foi publicado em 1920 pela editora Bodley Head vendendo cerca de 2.000 cópias, após ser rejeitado por 6 editoras. Em seguida vieram The Secret Adversary, The Murder on the Links, The Man in the Brown Suit, Poirot Investigates e The Secret of Chimneys. Mas o sucesso veio em 1926 com a publicação de The Murder of Roger Ackroyd, que vendeu 5.000 cópias. O livro causou polêmica, pois Agatha contrariou as regras dos romances policiais.

Em 1971, Agatha tornou-se dama do império britânico. O último livro protagonizado por Hercule Poirot, Curtain (escrito nos anos 40), foi publicado em Dezembro de 1975, porque Agatha já não se sentia disposta a escrever. A autora veio a falecer 2 meses depois, em 12 de Janeiro de 1976, por conta de uma pneumonia. Encontra-se sepultada em St Mary Churchyard, Cholsey, Oxfordshire na Inglaterra. Já o último livro de Miss Marple, Sleeping Murder (também escrito nos anos 40) foi publicado em Outubro de 1976. O marido Max Mallowan morreu em 1978.


Natasha.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Primeiro dia.

Blog para acompanhamento do livro de Agatha Christie "Cartas na Mesa". Poderão haver spoilers, portanto leia com cuidado.
Os objetivos são demonstrar meus palpites, ideias e conclusões sobre o livro. Tudo que for citado, quando não de minha autoria, colocarei a fonte de onde peguei tal imagem ou informação.
Este é um blog para trabalho escolar, então não estarei utilizando-o como um blog pessoal.

Natasha.